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Isso mesmo, a música tem poder de cura porque ela atua em diversas áreas cerebrais.

Música faz bem..

A Importância da música como aliada.

Hoje ja existe vários métodos de musicalização em varias áreas da medicina, ajudando pessoas a se recuperarem,  físicamente e psicologicamente.

 

 A Música que cura !

​Terapeuticamente, a música faz com que o indivíduo expresse suas ansiedades, tensões, desejos, alegrias. Entra em contato direto com as emoções e sentimentos internalizados que, muitas vezes, estão bloqueados pela inibição, pelo estresse, pela falta de estímulo. A música, segundo Sônia, possibilita o despertar e o desenvolvimento do potencial criativo do indivíduo, impulsionando transformações que levam à modificação de padrões cristalizados, resgatando o fluxo vital e a saúde. A utilização da música a partir de uma compreensão musicoterápica tem também um trabalho preventivo, pois visa o "esvaziamento" e canalização das energias de tensão e ansiedade, impedindo que estas se acumulem e tenham como conseqüência, bloqueios psicossomáticos que geram o estresse e a depressão 8.

A música possui fatores culturais que têm a capacidade de proporcionar ao cliente a religação com os valores culturais de seu meio, reconstruindo a sua história, sendo assim, a mesma pode ser utilizada em pacientes idosos com transtornos mentais, principalmente a demência. Em função disso, a música representa uma alternativa para a terapêutica de pacientes com problemas mentais, pois apresenta diversas características como: reconstrução de identidades, integração de pessoas, redução de ansiedade, e construção de auto-estima 8.


 


Talvez você já tenha ouvido falar em ‘Musicoterapia’. Mas afinal, o que é isso?


A musicoterapia consiste na utilização da música e de seus elementos (melodia, som, ritmo e harmonia) com o objetivo de facilitar e estimular a condição física, emocional, mental, social e cognitiva dos pacientes em reabilitação. Podem ser utilizados quaisquer estímulos sonoros, como ruídos, sons desconexos, e não a música propriamente dita, desde que tenha ligação com os pacientes atendidos.

De acordo com os estilos musicais, certas melodias podem amenizar hipertensão arterial e aliviar dores, até mesmo auxiliar no tratamento de Parkinson e Alzheimer.

Em uma pesquisa realizada nos EUA, um repórter americano se submeteu a experiências musicais. Escolheu Mozart, James Brown e Eminem.

Mozart atingiu áreas do cérebro ligadas à percepção musical, James Brown ativou o cerebelo (também ligado à noção de tempo), e Eminem à fala.

Os resultados parciais da pesquisa mostraram o poder da música sobre a mente humana de maneira física.

Para sair de uma situação depressiva é imprescindível ter atitudes que busquem caminhos, e após encontrá-los, seguir em frente. Dentre os tratamentos para a depressão a musicoterapia é forte aliada. No silêncio da alma, a canção é um convite a reencontrar o sentido de viver. As ondas sonoras invadem o cérebro e desbloqueiam os neurônios, de tal modo, os sentimentos se modificam, ressoando em todo o corpo. No entanto, a música não se restringe apenas à mente física, excedendo a dimensão corporal atingi planos superiores e proporciona mudanças significativas no ser, tendo o poder de libertar, curar, emocionar, descontrair, enfim, transformar!

O filósofo alemão Arthur Schopenhauer vê na arte a possibilidade de transcendência, sendo que a música ocupa o mais alto patamar, segundo ele: “a música, por ser independente de toda imagem externa, é capaz de nos apresentar a pura Vontade em seus movimentos próprios; a música é, pois, a própria vontade encarnada”. Não há gênero definido, basta ouvir o que se gosta e se envolver com a melodia para que os efeitos terapêuticos sejam notados. Dos ritmos mais eletrizantes aos mais suaves, o que importa é deixar o espírito dançar e porque não, ao mesmo tempo, o corpo...

  Composições acrescidas de cantos de pássaros e murmúrios da natureza induzem a mente a um estado de relaxamento. E a contemplação sugere um passeio pelo cosmo. Tendo as estrelas e o infinito como pano de fundo, as emoções levitam deixando o tempo se desenrolar lentamente, sem pressa... Os encantos e desencantos, a amargura e o deleite se dissolvem nos compassos e descompassos da música que nada mais é que, a vida se manifestando em forma de sons...

A musicoterapia não substitui medicamentos e o musicoterapeuta também não pode receitar. Mas ela pode fazer com que a medicação seja reduzida, devido aos estímulos, fazendo com que alguns sintomas desapareçam ou sejam reduzidos. Neste caso, é muito importante que haja acompanhamento médico.Várias pesquisas comprovaram a eficácia da musicoterapia. Uma delas, realizada nos EUA, com crianças em incubadoras, mostrou que as que foram submetidas à musicoterapia necessitaram de menos medicação e receberam alta com mais rapidez.


Nos Estados Unidos, a maioria dos hospitais conta com musicoterapeutas.Várias pesquisas comprovaram a eficácia da musicoterapia. Uma delas, realizada nos EUA, com crianças em incubadoras, mostrou que as que foram submetidas à musicoterapia necessitaram de menos medicação e receberam alta com mais rapidez.

A Música na Cura da Depressão

A Cura Através da Música.

TELS: 19 3462 9216 / 3601 3101 / WhatsApp - 19 9 9923 4401

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